11 julho 2008

FALECIMENTO DO BOM SENSO

É com grande tristeza que posto hj.

Infelizmente é a verdade dos dias que vivemos.

Hoje ao ouvir o noticiário constatei que a morte do bom senso é real.

Pais que matam filhos, famílias onde o amor não existe, policiais que prendem bandidos e depois pedem resgate para soltá-lo, em todos os segmentos da sociedade esqueceram o que era Moral.

Tenho um sentimento de dor tão grande que me sinto só neste grande universo para gritar e ser ouvida.

Aonde estão as pessoas decentes deste mundo, encolhidas, esperando que o tempo passe e o esquecimento natural do ser humano não venha pesar em suas consciências.

Lamentável o que a televisão está ensinando aos nossos jovens e a nós adultos.

Trair, desrespeitar aos pais, usar drogas é legal, tudo é normal e amparados pela lei que lhes permite nos afrontar com beijos obcenos e amassos em locais públicos.

Cultuam a expressão "eu sou de todo mundo, e todo mundo é meu também!"

A televisão nos ensina a praticar crimes perfeitos ,obvio que eles desvendam o crime mas já colocaram no subconsciente de quem está assistindo os métodos;

Médicos que se drogam e ainda assim são o Maximo por que salvam vidas(Não sabem salvar a si mesmos).

Políticos que na cara dura e em conversa gravada pedem autorização para abrir Boates( ISTO OUVI HOJE NO NOTICIÁRIO).

Não sabemos mais se os mocinhos são bandidos ou não, pois matam mais e com violência descomunal que os bandidos.

Isto é o que a televisão mostra e incentiva nossos filhos e pessoas que tenham algum problema de saúde.

Como cobrar e, de quem cobrar uma nova conduta se o mundo e as familiais não querem mais o compromisso de educar, ser uma família justa e que respeite os direitos de cada um.

Estou enojada, como diz Arnaldo Jabor que se diz sem religião mas que tem a capacidade de discernir esse mundo cão e denunciar através de suas crônicas.

E agora, o que resta? Explodir o mundo com minhas palavras de indignação? Não tenho esse poder, e quem os detem está muito ocupado com seu mundinho particular, querendo mais e mais dim dim para colocar numa conta fantasma, em um paraíso fiscal de um reino tão, tão, tão distante !

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